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É conhecidíssima a canção, e bela. Não tenho idéia das experiências desse armênio em Montmartre, nem como lá chegou, nem mesmo se foi pintor ou desenhista. Não é necessário saber isso.
Sei que, depois de mais de dez anos, fui a Montmartre. Chegamos, Olívia e eu, a uma estação do Metro, cujo nome não lembro. Descemos na plataforma e vimos as pessoas se ajuntando à espera do elevador. Não havia escadas rolantes. Esperamos e perdemos a paciência. Decidimos subir pelas escadas, porque demorava muito o elevador.
Não lembro de ter subido tantas escadas. Claro, a estação é muito profunda, pois o terreno é bastante inclinado. Uma pracinha e uns tocadores de jazz. Rumamos para o óbvio, a subida para o Sacré Coeur, aquela igreja feia em um local magnífico. Dessa vez, tomamos o funicular.
Em cima está a vista mais bonita de Paris. Relativamente pouca gente, uns meninos jogando futebol e a gente olhando a cidade. Estou parado, muito calmamente, e sinto a pancada na cabeça, os óculos caem no chão. Era uma bola de futebol, que apanhei, deixei cair até pará-la no pé esquerdo e toquei devagar para o menino que chegava pedindo desculpas: excusez-moi, monsier. Pas de probleme.
Apanhei os óculos e, um tempinho depois, resolvemos voltar ao sul, a Montparnasse, a pé, atravessando a cidade.
Nossa viagem foi muito boa! Até a cansativa subida nas escadas da estação foi boa. 🙂
Montmatre é muito bonito. Te lembras que tinha um pessoas assistindo a um filme francês numa praça lá perto?